Igreja causa polêmica ao lançar concurso de “Funk Gospel” e novinhas rebolam no templo; VÍDEO

A Igreja Batista da Lagoinha, localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, está envolta de muitas polêmicas recentes. A maior delas referentes ao chamado ‘Funk Gospel’, uma modalidade que seria usada para atrair jovens ao caminho de Deus

 

Vídeo viralizado nas redes sociais mostra “novinhas” rebolando na igreja.
Você consegue ver alguma relação entre o funk e a religião? Sabemos que nas últimas décadas, novos artistas gospel surgem, apresentando um trabalho diferente do comum.

Não se trata apenas dos padres “popstars”, que cantam louvores no ritmo sertanejo. Existem cantores religiosos que fazem uso do gênero MPB, muitas bandas de rock cristão e até mesmo rap cristão.

Mas e o funk? Você consegue idealizar a famosa batida do gênero musical com louvores a Deus ou qualquer outro envolvimento do gênero?!

Se você não consegue fazer uma ligação entre o funk e a igreja, saiba que isso não só é possível como também já aconteceu. E é claro, foi aqui no Brasil.

Localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais, a Igreja Batista da Lagoinha lançou um concurso um tanto quanto… Estranho.

Detalhes
Intitulado “Bate cabeça jovem”, o curioso concurso nada mais é do que um evento organizado pela igreja, cujo objetivo é ver qual “novinha” mexe mais os cabelos enquanto rebola.

Assim como qualquer notícia de cunho polêmico que viraliza nas redes sociais brasileira, com o Bate Cabeça Jovem não foi diferente. Apesar das imagens das participantes rebolando ter viralizado pela primeira vez em dezembro de 2016, o caso já é mais antigo.

Na época do ocorrido, alguns fiéis da igreja teriam dito à mídia que quando o famoso vídeo foi gravado, não estava ocorrendo nenhum culto religioso e que o local onde as meninas rebolavam não era a igreja em si, mas sim um espaço da igreja, destinado a confraternizações.

Já os responsáveis pela igreja haviam afirmado que o propósito de criar o concurso foi uma maneira de aproximar os jovens da igreja e do caminho de Deus. Eles também rebateram à crítica das redes sociais, alegando que não viram nada de errado nas imagens gravadas (e viralizadas).

É importante ressaltar que apesar do ritmo ser funk e o propósito do concurso envolver rebolar e mexer os cabelos, as letras cantadas na Igreja Batista da Lagoinha são todas voltadas a Deus, entre outras coisas boas sobre religião. Ou seja, não é nada ligado ao famoso “proibidão”, com suas letras explícitas e que muitas vezes vulgarizam e objetificam as mulheres. Conforme citamos na introdução deste artigo, só no Brasil há diversos cantores e até mesmo líderes religiosos que fazem uso de outros gêneros musicais em suas canções.

Acompanhe o Vídeo

Podemos citar, por exemplo, o popular Padre Fábio de Mello, o Padre Marcelo Rossi, que nas décadas passadas vendeu milhões de discos, com suas músicas que traziam um ritmo bem pop e animado. É válido ressaltar que esta prática de aliar músicas religiosas com outros gêneros musicais não é um hábito exclusivo do brasileiro. Em diversos países, principalmente nos Estados Unidos, há muitos cantores cristãos que fazem uso do gênero pop, rock e outros. A ideia é atrair ainda mais fiéis.

Em sua opinião, esta iniciativa da Igreja Batista da Lagoinha expõe o evangelho de forma negativa ou não? Assim como outros gêneros musicais o funk também pode ser usado para passar a mensagem de Deus?

Fonte: explicandoo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *